NOVADU
NOVADUCentro de Explicações

O Método NOVADU

Cada criança aprende de forma diferente. É por isso que a sessão de diagnóstico gratuita é sempre para conhecer a criança, perceber o momento em que está e decidir, em conjunto, qual o melhor caminho a seguir.

1.º Ciclo1.º–4.º ano

Nesta fase, o objetivo é construir bases sólidas. A criança aprende melhor quando consegue experimentar, observar e compreender antes de memorizar.

Como trabalhamos

  • Jogos de consciência fonológica para desenvolver leitura e escrita.
  • Leitura partilhada, interpretação de histórias e enriquecimento de vocabulário.
  • Materiais manipuláveis para compreender quantidades, operações, frações, medidas e geometria.
  • Jogos matemáticos que desenvolvem cálculo mental, lógica e resolução de problemas.
  • Observação, pequenas experiências e atividades práticas em Estudo do Meio.
  • Desenvolvimento da autonomia: aprender a organizar o material, planear pequenas tarefas e rever o próprio trabalho.
  • Sessões adaptadas ao ritmo da criança, respeitando o tempo necessário para consolidar cada aprendizagem.

Exemplos

Quando surgem as frações, podem ser exploradas através de objetos do dia a dia, desenhos ou materiais manipuláveis antes de serem aplicadas aos exercícios do manual.

Em Português, recorremos frequentemente a jogos de sons, famílias de palavras, leitura em voz alta e pequenas produções de texto para desenvolver a linguagem antes da formalização das regras gramaticais.

Em Estudo do Meio, um tema como o corpo humano pode incluir observação, construção de modelos simples ou experiências que ajudam a compreender como os diferentes sistemas funcionam em conjunto.

2.º Ciclo5.º–6.º ano

O currículo torna-se mais exigente e surgem várias disciplinas novas. Nesta fase, ajudamos o aluno a fazer a transição entre a aprendizagem mais concreta e o pensamento abstrato, sem perder a compreensão dos conceitos.

Como trabalhamos

  • Consolidação dos conceitos fundamentais de Matemática antes da introdução de novos conteúdos.
  • Desenvolvimento do raciocínio através de problemas que admitem diferentes estratégias de resolução.
  • Construção de esquemas, resumos e mapas conceptuais para organizar a informação.
  • Introdução progressiva de métodos de estudo adaptados ao aluno.
  • Relação entre diferentes disciplinas para que os conteúdos façam sentido em conjunto.
  • Atividades práticas e pequenos projetos quando ajudam a compreender conceitos mais complexos.

Exemplos

Quando as frações se tornam mais exigentes, como comparar denominadores diferentes ou converter em decimais, voltamos ao concreto sempre que um aluno fica preso: tiras de papel divididas, para ver visualmente qual fração é maior, antes de voltar ao cálculo. O mesmo acontece quando surgem as primeiras percentagens: começamos por um desconto numa compra ou o resultado de um jogo, antes do cálculo abstrato.

Em Ciências Naturais, um tema como os sistemas do corpo humano fica mais claro quando o aluno constrói o próprio esquema, mostrando como os órgãos se relacionam entre si, em vez de decorar uma lista do manual.

Este tipo de atividade prática não acontece em todas as sessões: usamo-la quando percebemos que, de outra forma, o aluno estaria só a decorar sem compreender.

3.º Ciclo7.º–9.º ano

À medida que os conteúdos ganham complexidade, o foco passa a ser a capacidade de relacionar ideias, justificar raciocínios e aplicar conhecimentos em situações novas.

Como trabalhamos

  • Resolução orientada de problemas complexos.
  • Desenvolvimento do pensamento crítico e da capacidade de argumentação.
  • Métodos de estudo adaptados às diferentes disciplinas.
  • Preparação progressiva para os testes e para os exames nacionais.
  • Acompanhamento individual na gestão do estudo e da carga de trabalho.

Exemplos

Em Matemática, uma equação começa a fazer sentido quando mostramos o equilíbrio de uma balança, em que o que se faz de um lado tem de se fazer do outro, antes de formalizar a manipulação algébrica. No Teorema de Pitágoras, desenhamos os quadrados sobre os lados de um triângulo para o aluno ver a relação, antes de a aplicar à fórmula.

Em Físico-Química, um conceito como densidade só se torna real depois de comparar objetos do dia a dia, percebendo porque é que algo pequeno pode pesar mais do que algo grande, e só depois entra a fórmula. Em Ciências Naturais, comparar lado a lado, por exemplo uma célula animal e uma célula vegetal, ajuda mais do que decorar uma tabela de diferenças.

Em qualquer uma destas disciplinas, pedimos sempre ao aluno para justificar a resposta, exercitando o mesmo raciocínio que o exame nacional do 9.º ano vai exigir.

Secundário10.º–12.º ano

Nesta fase, o objetivo é consolidar conhecimentos, preparar os exames nacionais e desenvolver autonomia na organização do estudo.

Como trabalhamos

  • Planos de estudo personalizados.
  • Simulacros de exame com análise detalhada dos resultados.
  • Gestão do tempo e definição de prioridades.
  • Técnicas de síntese, revisão e consolidação da matéria.
  • Desenvolvimento da capacidade de justificar respostas e aplicar conhecimentos em exercícios de maior complexidade.

Exemplos

A preparação para o exame nacional do 12.º ano começa sempre por um simulacro cronometrado, para o aluno ver com números reais onde perde pontos, antes de construir o plano de revisão com ele, não para ele.

Nas disciplinas com mais matéria para rever, ajudamos a construir esquemas e sínteses próprias, organizadas pelo aluno, porque o processo de organizar já é, por si, uma forma de estudar.

Ao longo do secundário, o aluno vai ganhando cada vez mais autonomia na gestão do seu próprio plano de estudo. Nós ajustamos o acompanhamento, mas a decisão do que rever primeiro é cada vez mais dele.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o método

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